(Thor, EUA, 2011)

Ação
Direção: Kenneth Branagh
Elenco: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tom Hiddleston, Anthony Hopkins, Stellan Skarsgård, Kat Denning, Clark Gregg, Idris Elba, Colm Feore, Ray Stevenson, Rene Russo
Roteiro: J. Michael Straczynski,
Mark Protosevich (estória); Stan Lee, Larry Lieber, Jack Kirby (quadrinhos); Ashley Miller, Zack Stentz, Don Payne
Duração: 115 min.
Nota: 6 ★★★★★★☆☆☆☆

Na próxima sexta-feira (27) estreia nos cinemas nacionais Os Vingadores, uma grande reunião de super-heróis nas telonas. O time de bem-feitores da Marvel, batizado de S.H.I.E.L.D. (nos quadrinhos originais, Supreme Heardquarters of International Espionage Law-Enforcement Division, ou em português Supremo Quartel General de Espionagem Internacional e Divisão de Execução da Lei; e mais tarde renomeado para Strategic Hazard Intervention Espionage Logistics Protectorade, ou Superintendência Humana de Intervenção, Espionagem, Logística e Dissuasão, no Brasil), é chefiado pelo Coronel Nick Fury e junta os personagens Gavião Arqueiro e Viúva Negra aos mais conhecidos e já donos de filmes próprios Capitão América, Homem de Ferro, Hulk e Thor.

A ansiedade pelo filme fez com que fãs de quadrinhos do mundo todo acompanhassem com atenção as notícias do lançamento e, claro assistissem a todo os filmes já lançados. Assim, como uma boa fanática por HQ’s, fui assistir a Thor, o filme do mais mítico dos Vingadores.

O Deus do Trovão está prestes a receber o comando de Asgard das mãos de seu pai, Odin, mas arrogante e irresponsável põe seu reino em perigo ao desobedecer o rei e quase dar início a uma nova guerra. Por suas atitudes vaidosas, ele é banido de sua terra natal e enviado, sem poderes e sem seu poderoso martelo para a Terra. Aqui conhece a cientista Jane Foster e tem que aprender a lidar com seus sentimentos e a ser humilde. Também precisa salvar o planeta dos planos invejosos de seu irmão Loki.

Thor é um filme sem surpresas: nem bom, nem ruim. O típico filme que é bom demais para ser visto num canal aberto e fraco demais para ser visto no cinema. O grande problema é o modo insosso como a trama é levada.

Mesmo contando com bons atores, boas atuações, uma boa história, boas passagens e bons efeitos especiais, a sensação de que algo está faltando é constante. Principalmente para quem acompanha quadrinhos. Onde está o desespero dos terráqueos ao se depararem com o grande Thor? Não existe qualquer aprofundamento na dificuldade de Thor em se entender com os humanos.

Agravando o problema está a irregular a atuação Chris Hemsworth. Escolhido para viver Thor por seu tipo físico, o ator vacila visivelmente nas cenas em que está ao lado de Tom Hiddleston, que dá vida ao seu irmão, o vilão Loki.

Um filme medíocre, bom para ser assistido à tarde, quando não há mais nada para fazer e, de preferência descansado, pois não há efeitos visuais, diretor renomado e bons atores que superem o tédio. Ainda assim não deixa de ser um filme que cumpre seu papel de entreter. Leve, simples e previsível, mas que consegue provocar algum envolvimento nas horas de tensão.

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