(Disturbia, EUA, 2007)

Suspense

Direção: D. J. Caruso

Elenco: Shia LaBeouf, Sarah Roemer, Carrie-Anne Moss, David Morse, Aaron Yoo, Jose Pablo Cantillo

Roteiro: Christopher B. Landon, Carl Ellsworth

Duração: 105 min.

Nota: 2/10

Se tem uma coisa que eu não gosto é essa mania que estadunidense tem de mostrar um monte de adolescentes completamente imbecis (desculpem a palavra) como se esse fosse o comportamento mais normal do mundo.

Eu sei que hoje em dia são, realmente, comuns histórias macabras envolvendo adolescentes, provavelmente pelas atitudes permissivas dos pais. Mas não gosto de filmes que usem o tema de maneira leviana, só para servir como pano de fundo a uma historinha ficcional, que, diga-se de passagem é muito ruim.

Um menino mimado e sem limites vira um mané depois da morte do pai. Após agredir fisicamente seu professor de espanhol, é condenado a três meses de prisão domiciliar.

Completamente idiota e inútil, ele só começa a mudar depois que conhece uma nova vizinha, a quem já espionava há algum tempo pela janela, e ela começa a freqüentar sua casa.

O hábito de espionar as pessoas começou após a prisão. É através deste que descobre seu vizinho, um homem estranho que parece ser o responsável pelo desaparecimento de uma jovem.

O filme é chato no começo e parece que nada vai acontecer nunca. Depois de alguma espera, ele deslancha, mas não consegue chegar nem perto de ser um bom filme.

Um saco de clichés sorteados aleatoriamente, uma história fraca e mal contada e interpretações indiferentes fazem do filme uma tortura.

Não devia nem existir.

Um Grande Momento

Nenhum.



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