Ontem foi o último dia da 39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Depois de muita correria e a impossibilidade de estar até o final, muitos filmes que estavam na lista não foram assistidos. Ainda assim, foram muitas surpresas boas durante a jornada insana de correr de uma sala para a outra.

Embora nenhum filme tenha me arrebatado, como já não acontece desde 2013, consegui montar uma lista consistente com as dez melhores experiências na 39ª Mostra. O destaque desse ano vai para as produções latinoamericanas e para o cinema português, com direito a dois filmes da trilogia de Miguel Gomes.

Ainda da mesma nacionalidade, o melhor filme do ano foi lançado agora, mas está pronto desde o início da década de 80 do século passado. É o documentário de Manoel de Oliveira sobre ele mesmo. Uma obra maravilhosa, que toca o coração dos cinéfilos e tem muito a dizer sobre a existência.

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Visita ou Memórias e Confissões, de Manoel de Oliveira

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As Mil e Uma Noites: Volume 1 – O Inquieto, de Miguel Gomes

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A Terra e a Sombra, de César Augusto Acevedo

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Pardais, de Rúnar Rúnarsson

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A Ovelha Negra, de Grímur Hákonarson

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Ixcanul, de Jayro Bustamante

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O Abraço da Serpente, de Ciro Guerra

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Olmo e a Gaivota, de Petra Costa e Lea Glob

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Flocking, de Beata Gärdeler

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As Mil e Uma Noite: Volume 2 – O Desolado, de Miguel Gomes