(The Shining, EUA, 1980)

Suspense/Terror

Direção: Stanley Kubrick

Elenco: Jack Nicholson, Shelley Duvall, Danny Lloyd, Scatman Crothers, Philip Stone

Roteiro: Stephen King (livro), Stanley Kubrick e Diane Johnson

Duração: 119 min.

Se você gosta de ficar tenso e levar alguns sustos durante um filme, esse é o mais indicado de todos. Ele é simplesmente perfeito na categoria. Os momentos de tensão são muito bem explorados e não há como fugir do clima que ele cria.

Um escritor resolve candidatar-se à vaga de zelador em um hotel nas Montanhas Rochosas, que fica completamente isolado durante o inverno. Contratado, segue para lá com a esposa e o filho pequeno, que é médium.

Os livros de Stephen King sempre rendem bons filmes ao cinema, como é o caso de Conta Comigo, Louca Obsessão, À Espera de um Milagre, Um Sonho de Liberdade, It e tantos outros. Esse não é excessão e, para mim, é, ao lado de Louca Obsessão, a melhor adaptação. Jack Nicholson dispensa comentários e, neste filme, trasmite toda a perturbação de Jack Torrance.

Kubrick trabalha com genialidade, abusando de cores e sons de uma maneira muito precisa. As cenas com o velocípede, onde ouvimos o barulho das rodas no assoalho e no carpete, são maravilhosamente angustiantes.

Perfeccionista, Kubrick usava muitos takes até chegar à cena perfeita. Conta-se que para uma única cena, ele fez a fraquinha Shelley Duvall repetir o mesmo take 127 vezes.

Para mim é uma obra de arte, mas chegou a ter duas indicações para o prêmio framboesa de ouro (espécie de Oscar para os piores filmes)

Um Grande Momento

“Heeeeeeeere’s Johnny!!!”

Prêmios e indicações (as categorias premiadas estão em negrito)

Prêmio Framboesa: Pior Diretor e Pior Atriz (Shelley Duvall)