A Academia Brasileira de Cinema anunciou os indicados para o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2010.

O homenageado desta edição será o Anselmo Duarte, que trabalhou como ator no inacabado filme It’s All True, de Orson Welles, e foi o único diretor brasileiro a ter um filme premiado com a Palma de Ouro de Cannes.

Alice Gonzaga também recebe uma homenagem por seu trabalho de preservação e recuperação do arquivo da Cinédia, empresa fundada por seu pai e uma das principais produtoras do país.

A cerimônia de premiação acontece no dia 8 de junho de 2010, às 21h, no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro.

Os indicados são:

Melhor Longa de Ficção
Melhor Longa de Documentário
Melhor Longa Infantil
  • O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes
  • Xuxa em o Mistério de Feiurinha
Melhor Longa de Animação
  • O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes
Melhor Direção
Melhor Atriz
Melhor Ator
Melhor Atriz Coadjuvante
Melhor Ator Coadjuvante
Melhor Direção de Fotografia
  • Lauro Escorel, por O Contador de Histórias
  • Lula Carvalho, por Budapeste
  • Ricardo Della Rosa, por À Deriva
  • Tuca Moraes, por Tempos de Paz
  • Walter Carvalho, por A Erva do Rato
Melhor Direção de Arte
  • Cláudio Amaral Peixoto, por Besouro
  • Guta Carvalho, por À Deriva
  • Marcos Flaksman, por Budapeste
  • Marcos Flaksman, por Tempos de Paz
  • Vera Hamburger, por Salve Geral
Melhor Figurino
Melhor Maquiagem
Melhor Efeito Visual
Melhor Roteiro Original
  • Adriana Falcão, Cláudio Paiva, Cláudio Torres e Maria Luisa Mendonça, por A Mulher Invisível
  • Adriana Falcão, Euclydes Marinho e René Belmonte, por Se Eu Fosse Você 2
  • Anna Muylaert, por É Proibido Fumar
  • Hilton Lacerda e Matheus Nachtergaele, por A Festa da Menina Morta
  • José Roberto Torero, Luiz Villaça, Mariana Veríssimo e Maurício Arruda, por O Contador de Histórias
Melhor Montagem de Ficção
Melhor Montagem de Documentário
  • Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves, por Titãs, A Vida até Parece uma Festa
  • Diana Vasconcellos, por Palavra (En)cantada
  • Felipe Lacerda, por Garapa
  • Karen Akerman e Pedro Duran, por Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei
  • Paulo Henrique Fontenelle, por Loki – Arnaldo Baptista
Melhor Som
  • Alessandro Laroca, Armando Torres Jr e José Moreau Louzeiro, por Besouro
  • Alessandro Laroca, Armando Torres Jr, Renato Calaça e Valéria Ferro, por À Deriva
  • Branko Neskov, Leandro Lima, Miguel Lima e Vasco Pedroso, por Budapeste
  • Carlos Toré, por Loki – Arnaldo Baptista
  • Denilson Campos e Paulo Ricardo Nunes, por Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei
Melhor Trilha Sonora
  • Caetano Veloso, por Coração Vagabundo
  • Guto Graça Mello, por Divã
  • Márcio Nigro, por É Proibido Fumar
  • Os Paralamas do Sucesso, por Herbert de Perto
  • Titãs, por Titãs, A Vida até Parece uma Festa

Melhor Trilha Sonora Original

  • André Abujamra e Márcio Nigro, por O Contador de Histórias
  • Arnaldo Batista, por Loki – Arnaldo Baptista
  • Berna Ceppas, por Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei
  • Egberto Gismonti, por Tempos de Paz
  • Leo Gandelman, por Budapeste
Melhor Curta de Ficção
  • Booker Pittman, de Rodrigo Grota
  • Cedro do Líbano, de Conrado Krainer
  • A Distração de Ivan, de Cavi Borges e Gustavo Melo
  • Elo, de Vera Egito
  • Ô, de Marcelo Coutinho
  • Superbarroco, de Renata Pinheiro
Melhor Curta Documentário
  • A Arquitetura do Corpo, de Marcos Pimentel
  • De Volta ao Quarto 666, de Gustavo Spolidoro
  • Nós Somos um Poema, de Sergio Sbragia e Beth Formaggini
  • Olhos de Ressaca, de Petra Costa
  • Sweet Karolynne, de Ana Bárbara Ramos
Melhor Curta de Animação
  • O Anão que Virou Gigante, de Marcelo Marão
  • O Divino, De Repente, de Fábio Yamaji
  • Juro que Vi: O Saci, de Humberto Avelar
  • O Menino que Plantava Invernos, de Victor-Hugo Borges
  • A Princesa e o Violinista, de Guto Bozzetti
Melhor Longa Estrangeiro
Melhor Roteiro Adaptado
  • Augusto Boal, Chico Anysio e Zelito Viana, por Bela Noite para Voar
  • Bosco Brasil, por Tempos de Paz
  • Marcelo Saback, por Divã
  • Rita Buzzar, por Budapeste
  • Suzana Amaral, por Hotel Atlântico