(À l’ouest the Pluton, CAN, 2008)

Drama
Direção: Henry Bernadet, Myriam Verreault
Elenco: Caroline Beauséjour, Yann Bernard, Frédérique Bolvin-Lafrance, David Bouchard, Alexis Drolet, Sandra Jacques, Virginie Leblanc
Roteiro: Henry Bernadet, Myriam Verreault
Duração: 90 min.
Minha nota: 4 ★★★★☆☆☆☆☆☆
Depois de uma overdose de títulos adolescentes fica difícil encarar qualquer coisa que trate do universo sub-18. Claro que filmes bons transcendem o seu tema e agradam, mas este, definitivamente, não é o caso de “A Oeste de Plutão”.

O bom começo, com personagens apresentando um trabalho sobre a coisa que mais gostam para a turma do colégio, não se sustenta, nem se concretiza e as muitas histórias descambam para o lugar-comum da irresponsabilidade juvenil.

Com a batida cara de produção barata para criar um clima documental e muitas imagens injustificadas, a viagem pela vida dos garotos é cansativa e não tem nenhum objetivo real, assim como a relação com o lançamento de um foguete exploratório a Plutão justamente no ano em que este deixou de ser considerado um planeta.

As atuações irregulares, com jovens que mais uma vez improvisam muito frente às câmeras, o que se vê é uma sucessão de acontecimentos absurdos, como a festa, a procura pelo retrato e o fim de noite no ginásio de patinação no gelo e um programa que não precisava ter acontecido.

Sem atrativos, “A Oeste de Plutão” tenta se aproveitar do momento teen do cinema, mas não passa de mais do mesmo e não sobrevive à sua cara de colagem ruim de cenas que já foram vistas em vários outros filmes.

Um Grande Momento

Nada que fique na cabeça por muito tempo.

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