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Presos na ilha

Por Cecilia Barroso

Com toques do bom cinema noir, Ilha do Medo, que estréia hoje nos cinemas, é um daqueles suspenses cheios de tensão psicológica e reviravoltas. Aproveite a viagem!

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Avatar

Vencedores do Oscar 2010

Por Cenas de Cinema

Em uma noite mais entediante do que animada a Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood anunciou os melhores do ano. E Guerra ao Terror foi o grande vencedor da noite.

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Oscar 2010

Framboesa de Ouro 2010

Por Cenas de Cinema

O Troféu Framboesa de Ouro chega à sua 30ª edição. Além de premiar os piores do ano, também foram escolhidos os piores da década. E Sandra Bullock cumpriu a promessa, foi receber seu prêmio.

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Sandra Bullock e a Framboesa de Ouro

Origens do mal

Por Cecilia Barroso

Com Fita Branca, Michael Haneke tenta descobrir quem foram as crianças que viraram os adultos nazistas da Segunda Guerra e de onde podem ter tirado tanto ódio e intolerância.

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Fita Branca

Amor de Mãe

Por Cecilia Barroso

Sensibilidade e ação se misturam no drama sul-coreano Mother para contar a história de uma mãe que não mede esforços e nem consequências para salvar seu único filho.

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Mother

A guerra é uma droga

Por Cecilia Barroso

Depois do lançamento espalhafatoso no mercado nacional direto em dvd, chega aos cinemas Guerra ao Terror, retrato duro da influência da guerra na vida de seus soldados.

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Guerra_terror

Vivendo poesia

Por Cecilia Barroso

A poesia de Manoel de Barros é uma daquelas viagens deliciosas que sempre gostamos de fazer. Conhecer um pouco mais sobre a vida do poeta e estar tão perto de sua obra é inspirador.

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10%

Eterna adolescência

Por Cecilia Barroso

Zeca já passou da adolescência há muito tempo, mas parece não ter se dado conta disso. Carregado pela vida, acaba se enrolando e vivendo algo bem inusitado.

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90_minutos

Começa amanhã 42º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Começa amanhã (17) a 42ª edição do mais antigo festival de cinema do Brasil, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

O filme programado para a sessão de abertura, só para convidados, é Lula, o Filho do Brasil, dirigido por Fábio Barreto, e promete levar muito mais gente do que o usual para o Teatro Nacional. Dizem que até o próprio presidente vai estar presente.

Com todo o bafafá que vem causado por ter seu lançamento agendado para o ano eleitoral, o filme conta a história de Lula antes de chegar ao poder. Deixando de lado a força política de uma obra que fala do atual presidente em clara campanha para eleger sua sucessora, a história tem tudo para ser interessante, mas claro que o nome de Fábio Barreto é sempre uma preocupação a mais. Quem viu A Paixão de Jacobina, Bela Dona e Nossa Senhora do Caravaggio sabe bem o porquê.

Confirmando a tendência do ano passado, o número de documentários selecionados para a mostra competitiva de longas é bem maior do que a de obras ficcionais. Os quatro concorrentes documentais são A Falta que Me Faz, de Marília Rocha, sobre as adolescentes da Cordilheira do Espinhaço; Filhos de João, Adorável Mundo Baiano, de Henrique Dantas, sobre a MPB dos anos 60 e 70; Perdão Mister Fiel, de Jorge Oliveira, sobre a morte do operário comunista Manoel Fiel Filho, na ditadura militar, e Quebradeiras, de Evaldo Mocarzel, sobre as quebradeiras de coco de babaçu.

A ficção vem representada pelos filmes É Proibido Fumar, de Anna Muylaert com Glória Pires e Paulo Miklos, e O Homem Mau Dorme Bem, de Geraldo Moraes, com Luiz Carlos Vasconcelos.

Se os documentários são maioria entre os longas, o mesmo não acontece na seleção de curtas 35mm. Entre os títulos estão as ficções A Noite Por Testemunha, de Bruno Torres; Água Viva, de Raul Maciel; Amigos Bizarros do Ricardinho, de Augusto Canani; Azul, de Eric Laurence; Carreto, de Marilia Hughes e Cláudio Marques; Dias de Greve, de Adirley Queirós; Homem-Bomba, de Tarcísio Lara Puiati; Recife Frio, de Kleber Mendonça Filho, e Verdadeiro ou Falso, de Jimi Figueiredo.

Os curtas de não-ficção são Ave Maria ou Mãe dos Sertanejos, de Camilo Cavalcante; Bailão, de Marcelo Caetano, e Faço de Mim o Que Quero, de Sérgio Oliveira e Petrônio de Lorena.

Além dos filmes de 35mm, há ainda os selecionados na Mostra Competitiva Digital e na Mostra Brasília Digital. Oficinas e seminários também acontecem paralelamente.

A cerimônia de encerramento do Festival acontece dia 24 de novembro, com a premiação dos vencedores no Cine Brasília e a exibição do curta-metragem Brasília, Capital do Século, de Gerson Tavares, filmado em 1959, e o longa Brasília, a última utopia, produzido por José Pereira e divido em seis episódios: Paisagem Natural, de Vladimir Carvalho; O Sinal de Cruz, de Pedro Jorge de Castro; A Capital dos Brasis, de Geraldo Moraes; A Volta de Chico Candango, de Roberto Pires; Além do Cinema do Além, de Pedro Anísio; e Suíte Brasília, de Moacir de Oliveira.

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1 comentários :

Marcelo Augusto Cetreus disse...

Estive presente durante todo o FIC e acabei de ler sua critica para alguns filmes: concordo com todas.

Passarei mais vezes aqui!
Abraços.

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