Chega aos cinemas o filme que rendeu o Oscar de melhor atriz à Sandra Bullock. Com cara de telefilme, a história contada é a de Michael Oher, destaque no futebol americano após ser adotado por uma família rica.
Com toques do bom cinema noir, Ilha do Medo, que estréia hoje nos cinemas, é um daqueles suspenses cheios de tensão psicológica e reviravoltas. Aproveite a viagem!
Em uma noite mais entediante do que animada a Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood anunciou os melhores do ano. E Guerra ao Terror foi o grande vencedor da noite.
O Troféu Framboesa de Ouro chega à sua 30ª edição. Além de premiar os piores do ano, também foram escolhidos os piores da década. E Sandra Bullock cumpriu a promessa, foi receber seu prêmio.
Com Fita Branca, Michael Haneke tenta descobrir quem foram as crianças que viraram os adultos nazistas da Segunda Guerra e de onde podem ter tirado tanto ódio e intolerância.
Sensibilidade e ação se misturam no drama sul-coreano Mother para contar a história de uma mãe que não mede esforços e nem consequências para salvar seu único filho.
Depois do lançamento espalhafatoso no mercado nacional direto em dvd, chega aos cinemas Guerra ao Terror, retrato duro da influência da guerra na vida de seus soldados.
Um jovem introvertido e depressivo é levado pela mãe a uma casa de campo. Lá percebe que muitas crianças entram na casa do vizinho, mas não saem depois. Intrigado, começa a investigar o que acontece com elas.
Já na apresentação do personagem começamos a desenhar o filme que veremos logo mais. Afinal, o adolescente problemático e abalado com a separação dos pais não costuma ser raro no cinema e já segue, naturalmente, um caminho conhecido.
Ainda assim o filme tem algumas qualidades. O terceiro longa do diretor argentino Sergio Esquenazi, famoso por seus curtas Um Pai para Ludwig e Magia, sabe como provocar o espectador e causar agonia com alguns sustos e um som bem perturbador. Algumas sequências tem uma trilha tão constante que causam irritação e, por incrível que pareça, isso não é ruim.
Além disso, a história tem um mote interessante e é curiosa, mas acaba sendo traída pela vontade de contar mais alguma coisa do diretor/roteirista. Personagens completamente desnecessários ganham cenas inúteis só para justificar o uso de sangue cenográfico, diálogos não importantes se repentem para exibição de outros recursos e uma influência muito estadunidense também pode ser notada nas marcações de cena e no uso de ferramentas para cortar correntes.
Com defeitos e qualidades andando sempre juntos, o filme não consegue passar de mediano e se tem um começo mais eficiente, tem um final perdido em meio a histórias secundárias e personagens indiferentes.
Daqueles que podem ser vistos na televisão sem muito prejuízo.
Um Médio Momento
A enfermeira no hospital.
Próxima sessão: 29/06, às 17h (sala 3)
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Suspense/Terror Direção: Sergio Esquenazi Elenco: Santiago Pedrero, Sandra Ballesteros, Ana Cuerdo, Diego Alonso Gómez, Pepe Novoa, Rolly Serrano, Ariel Staltari Roteiro: Sergio Esquenazi Duração: 95 min. Minha nota: 5/10
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