Presos na ilha
Por Cecilia Barroso
Com toques do bom cinema noir, Ilha do Medo, que estréia hoje nos cinemas, é um daqueles suspenses cheios de tensão psicológica e reviravoltas. Aproveite a viagem!
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Por Cenas de Cinema
Em uma noite mais entediante do que animada a Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood anunciou os melhores do ano. E Guerra ao Terror foi o grande vencedor da noite.
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Por Cenas de Cinema
O Troféu Framboesa de Ouro chega à sua 30ª edição. Além de premiar os piores do ano, também foram escolhidos os piores da década. E Sandra Bullock cumpriu a promessa, foi receber seu prêmio.
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Por Cecilia Barroso
Com Fita Branca, Michael Haneke tenta descobrir quem foram as crianças que viraram os adultos nazistas da Segunda Guerra e de onde podem ter tirado tanto ódio e intolerância.
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Por Cecilia Barroso
Sensibilidade e ação se misturam no drama sul-coreano Mother para contar a história de uma mãe que não mede esforços e nem consequências para salvar seu único filho.
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Por Cecilia Barroso
Depois do lançamento espalhafatoso no mercado nacional direto em dvd, chega aos cinemas Guerra ao Terror, retrato duro da influência da guerra na vida de seus soldados.
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Por Cecilia Barroso
A poesia de Manoel de Barros é uma daquelas viagens deliciosas que sempre gostamos de fazer. Conhecer um pouco mais sobre a vida do poeta e estar tão perto de sua obra é inspirador.
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Por Cecilia Barroso
Zeca já passou da adolescência há muito tempo, mas parece não ter se dado conta disso. Carregado pela vida, acaba se enrolando e vivendo algo bem inusitado.
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Por
Cecilia Barroso
em
2.6.09
Ypê Nakashima era um artista de nascença. Mesmo contrariando o pai, aos 17 anos, resolveu ingressar na Escola de Belas Artes de Kyoto. Ele teve que deixar os estudos depois de ser convocado pelo exército japonês para um batalhão anti-bomba na cidade de Nagasaki, onde foi lançada a segunda bomba nuclear.
Depois do fim da guerra e do retorno a Kyoto, Nakashima concluiu os estudos e ganhou notoriedade com suas tiras em grandes jornais locais. Mas o Brasil estava em seu futuro e, em 1956, embarcou para o nosso país com a família.
Foi aqui que se destacou com filmes publicitários, como o dos Cobertores Parahyba, se aproximou do cinema e produziu seus primeiros curta-metragens, que nunca chegaram a ser exibidos.
Em 1966 começou a produzir, a duras penas, o seu primeiro longa-metragem, Piconzé. O filme só estreou em 1972, ganhou o prêmio Coruja de Ouro do Instituto Nacional do Cinema e foi convidado a participar de um festival em Moscou.
Histórias como esta precisam ser melhor conhecidas por todos e é por isso que o Espaço Cultural Fundação Japão abre suas portas hoje, às 14 h, para a mostra dedicada à vida e obra deste visionário.
A mostra contará com uma exibição de Piconzé, uma exposição com as obras e objetos pessoais de Nakashima e um documentário sobre sua vida dirigido por Hélio Ishii.
No hotsite do evento é possível encontrar muita coisa produzida pelo ilustrador, pintor e diretor japonês, além de trazer também muitas curiosidades sobre sua vida.
A programação completa da mostra pode ser conferida aqui.
O Espaço Cultural Fundação Japão fica na Av. Paulista, 37, 1º andar e a entrada é gratuita.
Copyright 2009 Cecília Barroso
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