Chega aos cinemas o filme que rendeu o Oscar de melhor atriz à Sandra Bullock. Com cara de telefilme, a história contada é a de Michael Oher, destaque no futebol americano após ser adotado por uma família rica.
Com toques do bom cinema noir, Ilha do Medo, que estréia hoje nos cinemas, é um daqueles suspenses cheios de tensão psicológica e reviravoltas. Aproveite a viagem!
Em uma noite mais entediante do que animada a Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood anunciou os melhores do ano. E Guerra ao Terror foi o grande vencedor da noite.
O Troféu Framboesa de Ouro chega à sua 30ª edição. Além de premiar os piores do ano, também foram escolhidos os piores da década. E Sandra Bullock cumpriu a promessa, foi receber seu prêmio.
Com Fita Branca, Michael Haneke tenta descobrir quem foram as crianças que viraram os adultos nazistas da Segunda Guerra e de onde podem ter tirado tanto ódio e intolerância.
Sensibilidade e ação se misturam no drama sul-coreano Mother para contar a história de uma mãe que não mede esforços e nem consequências para salvar seu único filho.
Depois do lançamento espalhafatoso no mercado nacional direto em dvd, chega aos cinemas Guerra ao Terror, retrato duro da influência da guerra na vida de seus soldados.
Elenco: Julianne Moore, Stephen Dillane, Eddie Redmayne, Elena Anaya, Anne Reid, Hugh Dancy, Unax Ugalde
Duração: 97 min.
Minha nota: 7/10
Eis aqui mais um título da categoria "Esse não vai ser fácil", Pecados Inocentes traz para as telas a história da socialite Barbara Daly Baekeland e de como toda a sua obsessão e falta de amor próprio levaram suas relações familiares por um caminho perigoso e doentio.
Uma mãe que vive de aparências e é totalmente devota ao filho e um pai duro que nunca soube lidar com o herdeiro, primeiro por ciúme e depois por não aceitação. É na vida deste menino incompreendido, sufocado e triste que o filme amarra o seu fio condutor e é por seus olhos que vemos a história, como se lêssemos seu diário.
O roteiro segue muito bem a história e não se perde no tempo. A direção de Tom Kalin sabe como destacar alguns pontos que muitas vezes não estamos preparados para ver destacados e a direção de arte de Deborah Chambers é fantástica ao cobrir com competência quase três décadas.
Julianne Moore (Ensaio sobre a Cegueira) está fantástica como sempre e consegue demonstrar muito bem toda a inconstância e a auto-destruição de Barbara. Os outros nomes do roteiro também estão muito bem e a atuação de Eddie Redmayne (O Bom Pastor) como o transtornado e carente Tony merece todos os elogios.
Um filme muito bem feito e com uma história bem curiosa, mas que precisa ser visto em dias tranquilos e com a mente preparada para alguns solavancos inesperados no trajeto.
Saídas esporádias da sala e desistências podem acontecer.
Assim que as luzes se apagaram, a primeira coisa que veio na minha cabeça foi que com seus tabus, traições e relações sexuais arriscadas, a vida de Barbara poderia muito bem ter sido escrita pelo polêmico e brilhante Nelson Rodrigues. Inclusive a parte de seu assassinato, pelas mãos do próprio filho, que chocou o mundo e estampou várias manchetes de jornal.
Sam Green, ex-amante de Barbara, diz em um artigo que o filme não é 100% verdadeiro, principalmente no que diz respeito a ele, e acredita que muita coisa foi inventada por ela própria.
a história do filme é boa, mas achei ele muito fraco. parece que tudo no filme é feito apenas parar criar polêmica (e mesmo assim não consegue). depois de tudo, o assassinato acaba se tornando uma coisa banal. fraco, muito fraco.
Acho que dos filmes recentes da Julianne Moore, esse é o que ela apresenta a melhor atuação. Fiquei impressionado com sua caracterização, realmente impecável. No resto, é um filme comum, apesar de muito bonito visualmente.
Concordo com o Vinicius. Essa é a melhor atuação recente da Julianne Moore, uma interpretação muito corajosa em um filme difícil, pesado e por vezes insuportável.
Vinícius - Eu acho esse trabalho fantástico, mas gosto mais dela em Ensaio Sobre a Cegueira. São duas personagens dificílimas, sem dúvida! É uma biografia de uma pessoa chocante, talvez por isso não consiga achar comum.
Louis - Ainda bem que eu não sou a única. Já tava me achando estranha! hehehe
Ibertson - É um bom drama, mas não é excelente não. Tem muitas falhas...
Wally - Se você gosta dela, não pode perder mesmo. É uma de suas atuações memoráveis.
Pedro - É. Filmar uma história como essa já é um risco mesmo. Mas é curioso.
Filipe - Pois é. E eu só vi porque estava no Festival do SESC, senão teria deixado passar. Hehehe.
9 comentários :
a história do filme é boa, mas achei ele muito fraco. parece que tudo no filme é feito apenas parar criar polêmica (e mesmo assim não consegue). depois de tudo, o assassinato acaba se tornando uma coisa banal. fraco, muito fraco.
Oi, Ciro!
Não achei o filme fraco não e acho que criar polêmica era uma característica de Barbara Baekeland, então nada mais apropriado, né?
E quanto ao assassinato, foi como aconteceu na vida real. Inclusive a parte da comida chinesa.
Beijocas
Acho que dos filmes recentes da Julianne Moore, esse é o que ela apresenta a melhor atuação. Fiquei impressionado com sua caracterização, realmente impecável. No resto, é um filme comum, apesar de muito bonito visualmente.
Concordo com o Vinicius. Essa é a melhor atuação recente da Julianne Moore, uma interpretação muito corajosa em um filme difícil, pesado e por vezes insuportável.
Beijo!
http://lettersfromlouis.wordpress.com/
Parece ser um excelente drama.
Vou tentar assistir depois.
Me interesso muito por este filme e, por amar a atriz e filmes polêmicos, farei o possível para acha-lo.
Ciao!
Eu gostei da atuação do elenco, mas o filme não achei muito interessante.
Abs!
Ainda não o vi, no entanto tem sido um filme muito falado devido à polémica que o envolveu. Espero ver em breve!
Olá, meninos!
Vinícius - Eu acho esse trabalho fantástico, mas gosto mais dela em Ensaio Sobre a Cegueira. São duas personagens dificílimas, sem dúvida!
É uma biografia de uma pessoa chocante, talvez por isso não consiga achar comum.
Louis - Ainda bem que eu não sou a única. Já tava me achando estranha! hehehe
Ibertson - É um bom drama, mas não é excelente não. Tem muitas falhas...
Wally - Se você gosta dela, não pode perder mesmo. É uma de suas atuações memoráveis.
Pedro - É. Filmar uma história como essa já é um risco mesmo. Mas é curioso.
Filipe - Pois é. E eu só vi porque estava no Festival do SESC, senão teria deixado passar. Hehehe.
Beijocas para todos vocês!
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