Chega aos cinemas o filme que rendeu o Oscar de melhor atriz à Sandra Bullock. Com cara de telefilme, a história contada é a de Michael Oher, destaque no futebol americano após ser adotado por uma família rica.
Com toques do bom cinema noir, Ilha do Medo, que estréia hoje nos cinemas, é um daqueles suspenses cheios de tensão psicológica e reviravoltas. Aproveite a viagem!
Em uma noite mais entediante do que animada a Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood anunciou os melhores do ano. E Guerra ao Terror foi o grande vencedor da noite.
O Troféu Framboesa de Ouro chega à sua 30ª edição. Além de premiar os piores do ano, também foram escolhidos os piores da década. E Sandra Bullock cumpriu a promessa, foi receber seu prêmio.
Com Fita Branca, Michael Haneke tenta descobrir quem foram as crianças que viraram os adultos nazistas da Segunda Guerra e de onde podem ter tirado tanto ódio e intolerância.
Sensibilidade e ação se misturam no drama sul-coreano Mother para contar a história de uma mãe que não mede esforços e nem consequências para salvar seu único filho.
Depois do lançamento espalhafatoso no mercado nacional direto em dvd, chega aos cinemas Guerra ao Terror, retrato duro da influência da guerra na vida de seus soldados.
Toda comédia romântica , boa ou ruim, tem um procedimento básico padrão, aquela mesma receitinha de bolo que apesar de ser conhecida à exaustão, ainda chama a atenção de quem assiste ao filme. Principalmente a parte feminina da audiência.
A coisa, com algumas pequenas modificações de um título para o outro, funciona mais ou menos assim:
X precisa encontrar alguém, pois passa por um momento infeliz ou solitário e encontra acidentalmente Y. (No castigo da escola, pegando carona para uma viagem, tendo um infarto na casa da mãe da namorada.)
Alguns títulos optam por contar a história pulando algumas partes, começando depois da separação, por exemplo, e outros invertem a ordem das coisas, mas as sete regrinhas básicas alcançam o seu objetivo e causam muitos suspiros por aí.
A coisa mais legal de Eu Te Amo, Cara! é que o filme brinca com esse grande clichê do cinema ao usar essa mesma fórmula para uma relação que nunca precisa de muita atenção.
O corretor de imóveis Peter Klaven está apaixonado por sua namorada e a pede em casamento. Tudo é só alegria, até que ele percebe que não tem nenhum companheiro para convidar para ser seu padrinho de casamento. O único jeito de resolver o problema é arrumar um amigo de verdade, mesmo que seja de última hora.
Por acaso, em uma visitação à casa de Lou Ferrino, à venda, ele conhece Sydney Fife, um típico solteirão desengonçado e esquisito, que adora Rush, tacos de peixe e roupas muito estranhas.
A colagem de cenas comuns em comédias românticas com um pano de fundo tão inesperado torna tudo diferente, mesmo que tão igual e provoca boas gargalhadas durante o filme. Está tudo lá: as amigas que torcem para tudo dar certo, a primeira e nervosa ligação, a prova de roupas, os outros pretendentes e até um passeio de vespa.
Outra coisa muito interessante vem com um personagem secundário. Por um lado temos um Peter completamente feminino em alguns aspectos e a rotulação automática e preconceituosa é de que ele é uma "bicha". Mas então conhecemos Robbie, irmão do protagonista, homossexual assumido, muito bem resolvido com a família e sonho de muitos gays. É aquele negócio, enquanto o afeminado namorou todas e é hetero, o machão é homo e quem vê o filme é obrigado a rever os seus conceitos.
Toda essa brincadeira acaba envolvendo muito os espectadores, que não se incomodam em acompanhar as fases desse relacionamento, mesmo sabendo o que pode acontecer na próxima cena.
A participação dos atores é fundamental para isso. Os protagonistas Paul Rudd e Jason Segel já acostumados a trabalhar juntos depois de Ressaca de Amor e Ligeiramente Grávidos estão muito confortáveis no papel e ainda recebem uma boa ajuda dos coadjuvantes Jon Favreau, Andy Samberg e Joe Lo Truglio.
As músicas do filme são divertidas, mesmo sendo óbvias, e ganham muito com as interpretações de clássicos do Rush pelos próprios atores.
Mas, como era de se esperar, alguns problemas de percurso acontecem. O pior deles, para mim, é a inconstância do ritmo. Enquanto o começo é bem desenvolvido, o final, apressado demais, não consegue manter a pegada. Ou seja, nem todas as tais regrinhas citadas não são homogêneas
E o filme termina deixando aquele gostinho de que poderia ter sido melhor, mas cumpre bem o seu papel de entreter e não deixa de ser uma boa escolha para aqueles dias em que a vontade é rir, pois divertido é, sem nenhuma dúvida.
Quem gosta de "trocadalhos do carilho" vai se divertir.
Um Grande Momento
A primeira ligação.
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Comédia Direção: John Hamburg Elenco: Paul Rudd, Jason Segel, Rashida Jones, Sarah Burns, Jaime Pressly, Jon Favreau, Jane Curtin, J. K. Simmons, Andy Samberg, Rob Huebel, Joe Lo Truglio Roteiro: John Hamburg, Larry Levin Duração: 105 min. Minha nota: 7/10
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comentários
:
Renata
disse...
Adorei a "receita da bolo" das comédias românticas, principalmente as referencias aos filmes! Muito legal!! Ainda nao vi o filme, mas verei com certeza! bjs
2 comentários :
Adorei a "receita da bolo" das comédias românticas, principalmente as referencias aos filmes! Muito legal!!
Ainda nao vi o filme, mas verei com certeza!
bjs
Oi, Renata!
Ficou bem legal, né? Eu já sabia que você ia gostar. Hehehe.
Beijocas!
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