Chega aos cinemas o filme que rendeu o Oscar de melhor atriz à Sandra Bullock. Com cara de telefilme, a história contada é a de Michael Oher, destaque no futebol americano após ser adotado por uma família rica.
Com toques do bom cinema noir, Ilha do Medo, que estréia hoje nos cinemas, é um daqueles suspenses cheios de tensão psicológica e reviravoltas. Aproveite a viagem!
Em uma noite mais entediante do que animada a Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood anunciou os melhores do ano. E Guerra ao Terror foi o grande vencedor da noite.
O Troféu Framboesa de Ouro chega à sua 30ª edição. Além de premiar os piores do ano, também foram escolhidos os piores da década. E Sandra Bullock cumpriu a promessa, foi receber seu prêmio.
Com Fita Branca, Michael Haneke tenta descobrir quem foram as crianças que viraram os adultos nazistas da Segunda Guerra e de onde podem ter tirado tanto ódio e intolerância.
Sensibilidade e ação se misturam no drama sul-coreano Mother para contar a história de uma mãe que não mede esforços e nem consequências para salvar seu único filho.
Depois do lançamento espalhafatoso no mercado nacional direto em dvd, chega aos cinemas Guerra ao Terror, retrato duro da influência da guerra na vida de seus soldados.
Elenco: Jean Paul Leroux, Jessika Grau, Jesus Cervo, Roberto Moll, William Goyte, Guillermo Canache
Roteiro: Carlos Daniel Malavé
Duração: 90 min.
Minha nota: 7/10
Quem aqui nunca viu um filme de ação daqueles bem batidos de Hollywood? Até os que abominam o estilo, vez por outra esbarram em uma produção do gênero, cheia de tiros, explosões, perseguições e alguma mulher bonita.
A idéia de Carlos Daniel Malavé ao filmar Por un Polvo foi justamente brincar com o estilo, o que resultou em uma divertida homenagem aos mais diferentes filmes de ação, passando por clássicos como Bullit e pelas mais risíveis produções como Amor em Fuga.
Um cineasta frustrado trabalha em uma agência de publicidade e tem sua vida tranformada depois de um estranho telefonema. Ao mesmo tempo, um casal se envolve em um complicado e perigoso esquema com cartéis de drogas. Todas as histórias se conectam, claro.
O filme, muito criativo e interessante, têm algumas influências do ousado cinema de Quentin Tarantino, dos narrados filmes de Guy Ritchie e das agitadas fitas de Doug Liman, mas não deixa de ser completamente particular e diferente.
O elenco é bom, com destaques para os atores Roberto Moll, terrível como o poderoso chefão, e Guillermo Canacho, o melhor amigo e compadre do protagonista. Algumas caras e bocas de Jessika Grau são tão forçadas que chegam a irritar.
Mas a trilha sonora é acertada e a fotografia de Lucio Bonelli surpreende. Claro que temos alguns problemas nos efeitos especiais, mas com a pouca verba disponível, não era mesmo possível fazer melhor.
De baixo custo, o filme é mais um ótimo exemplo de que a criatividade pode superar qualquer problema e resultar em excelentes composições.
Excelente pedida para quem quer conhecer o cinema venezuelano e se divertir bastante.
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