Presos na ilha
Por Cecilia Barroso
Com toques do bom cinema noir, Ilha do Medo, que estréia hoje nos cinemas, é um daqueles suspenses cheios de tensão psicológica e reviravoltas. Aproveite a viagem!
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Por Cenas de Cinema
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Por Cenas de Cinema
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Por Cecilia Barroso
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Por Cecilia Barroso
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Por Cecilia Barroso
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Por Cecilia Barroso
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Por Cecilia Barroso
Zeca já passou da adolescência há muito tempo, mas parece não ter se dado conta disso. Carregado pela vida, acaba se enrolando e vivendo algo bem inusitado.
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Por
Cecilia Barroso
em
21.11.08
Horror
Até onde eu vi, nenhum.

Festival de Brasília: Filme, Ator (Jean-Claude Bernadet), Direção de Arte (Cris Bierrenbach), Montagem (Vânia Debs)
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Copyright 2009 Cecília Barroso
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5 comentários :
Muito prazer!!! É sempre bom conhecer irmãos cinéfilos nesse mundo dos blogs! Pô, que inveja... Festival de Brasília... E parece que você tá aproveitando ao máximo! Legal demais seu espaço, com certeza voltarei depois para 'fuçar' melhor. Quanto a esse filme fobia, brasileiro tem mania de copiar tudo dos gringos, principalmente o que não presta... E quanto a isso de ele fazer sucesso se for lançado comercialmente... Ninguém pode duvidar... Abração!
Hahahahahahahahahahahahahahaha, adorei a nota Cecília!!
Bom fds, bjos!
:S Que bizarro... Muito medo do filme.
Mas pelo menos Número 27 parece ter sido ótimo!
Ciao!
Olá!!
Nando - É sempre bom mesmo. Gostei muito do seu espaço. No Festival de Brasília tem filme demais... Já até estou meio louca e mal consigo responder os comentários.
Kau - Pois é, se eu não vi inteiro não posso dar uma nota, né?
Wally - Hehehehe. Não é a toa que se chama FilmeFobia, né?
Beijocas
Olá!
A busca do o filme é - até onde pude perceber - discutir a questão da imagem criada, como representação do real. O filme parece um documentário, tem personagens bastante reais, histórias pretensamente reais que resvalam a toda hora no insólito, uma espécie de traminha.
Mas é tudo enganação, construção mesmo. Ainda que discuta temas reais, medos reais. Veja você que uma das perguntas feitas pro Bernardet no meio do filme revela bastante a sua temática. Alguém diz algo assim: "mesmo encenada, uma imagem pode ser tomada por real?" Ele responde: "claro que sim. Porque o que interessa é o ela passa". Não é exatamente isso, mas é mais ou menos isso.
E acho que é isso que o filme quer fazer. Ele choca, fabrica imagens bastante reais, baseadas em medos reais e cria uma opressão nas pessoas. A ponto delas sairem do cinema antes do final, caso alguma das fobias encontre ressonância nelas.
Você comparou ele com Jogos Mortais. Talvez o clima criado se assemelhe. Mas a criação parece ser proposital pra chamar a atenção pra outra coisa, que é o quanto se assiste essas imagens pra suprir algum desejo obscuro do ser humano, alguma coisa impensada, subconsciente.
Acho algumas cenas over, algumas construções que não funcionam. Não acho o filme perfeito, mas a premissa me parece bastante sólida, a discussão que ele traz também.
Mas é um filme para poucos, não é feito pra ser apreciado. Principalmente por quem tem medo de rato.
Ps: Parabéns pelo blog.
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