Chega aos cinemas o filme que rendeu o Oscar de melhor atriz à Sandra Bullock. Com cara de telefilme, a história contada é a de Michael Oher, destaque no futebol americano após ser adotado por uma família rica.
Com toques do bom cinema noir, Ilha do Medo, que estréia hoje nos cinemas, é um daqueles suspenses cheios de tensão psicológica e reviravoltas. Aproveite a viagem!
Em uma noite mais entediante do que animada a Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood anunciou os melhores do ano. E Guerra ao Terror foi o grande vencedor da noite.
O Troféu Framboesa de Ouro chega à sua 30ª edição. Além de premiar os piores do ano, também foram escolhidos os piores da década. E Sandra Bullock cumpriu a promessa, foi receber seu prêmio.
Com Fita Branca, Michael Haneke tenta descobrir quem foram as crianças que viraram os adultos nazistas da Segunda Guerra e de onde podem ter tirado tanto ódio e intolerância.
Sensibilidade e ação se misturam no drama sul-coreano Mother para contar a história de uma mãe que não mede esforços e nem consequências para salvar seu único filho.
Depois do lançamento espalhafatoso no mercado nacional direto em dvd, chega aos cinemas Guerra ao Terror, retrato duro da influência da guerra na vida de seus soldados.
Roteiro: Ronald Harwood (roteiro) , Gabriel García Márquez (romance)
Duração: 139 min.
E essa pergunta não quer calar: por que colocar um monte de gente com sotaque latino falando inglês mesmo? Aguardei tanto tempo para assistir Amor em Tempos do Cólera e, não posso negar, a decepção foi enorme.
O filme é longo demais e parece não encontrar um ritmo a seguir. A adaptação é sofrível e não chega nem perto do que o livro traz. García Marquéz praticamente só empresta o nome para um filme que não consegue sair do lugar.
O tempo passa rápido e de repente se prende em coisas irrelevantes. Algumas coisas que poderiam ter ficado fora do roteiro estão lá e outras simplesmente sumiram. Até o cólera do título quase não aparece. Nem a boa trilha sonora, com composições de Shakira (de quem sou fã) combina com as cenas do filme.
A história é a de um amor frustado e a história da vida das duas pessoas que não tiveram a oportunidade de dar vazão a este sentimento. Ele é uma espécie menos chata e muito mais sexual de Wherter e ela, a Amélia dos dias antigos.
Uma coisa que me incomodou muito foi a maquiagem. O envelhecimento dos personagens chegou a beirar o ridículo e a versão jovem de Bardem mais parecia um Cyrano que bateu com a cara na porta. Vale reparar na mão dos personagens principais quando idosos. Haja colágeno, botox e sei lá mais o que para ficar daquele jeito.
Decepção e desperdício de tempo. Newell deixou a impressão de que deveria ter continuado com a série do Harry Potter.
Se dá pra filtrar alguma coisa de bom no filme todo é a atuação de Bardem. Apesar de tudo conspirando contra, ele é o único que consegue demonstrar um certo passar de tempo. Fernanda Montenegro é muito melhor do que aparece, mas no filme está apagada e estagnada.
Um Grande Momento
A expressão corporal de Javier Bardem.
Prêmios e indicações(as categorias premiadas estão em negrito)
Globo de Ouro: Melhor Canção (Despedida, de Shakira e Antonio Pinto)
0 comentários :
Postar um comentário